O inimigo é outro

João Carlos é morador da periferia, 17 anos, filho de uma mãe solteira e tem mais 4 irmãos mais novos. Carla, sua mãe, tem que trabalhar 14 horas por dia para tentar dar o mínimo de criação para suas crianças, mas, por essa carga horária pesada, não tem muito tempo para ensinar bons valores para sua prole. Eles (seus filhos) sempre foram "largados" ao mundo, tendo responsabilidade apenas de ir às aulas pelo turno da manhã e o ócio contaminava-os seguidamente após as mesmas.
Carlinhos, como era mais conhecido, tinha que ser a segunda mão de obra na sua casa, era pedinte na Avenida Nazaré e tentava arranjar alguns bicos vezenquando, mas quase nunca haviam empregos para o seu grau de escolaridade. Normal. Apesar de suas preces à sua Santinha, nada mudou. E tudo que ele via ao redor de onde morava (na periferia), eram os seus amigos conseguindo sustento de suas próprias famílias através de pequenos furtos e tráfico de drogas. E, ele pensou: "Já que ninguém me ajuda, nem mesmo o Estado, por que eu tenho que me manter nessa miséria, vendo minha família passar necessidades ?". Foi aí, sem refutar muito, que começou a roubar.

Luís Felipe é um adolescente de 19 anos, filho único de uma Contadora e um Arquiteto. Nunca faltou nada para sua vida: amigos, comida, dinheiro, videogame e, até, saúde. Um menino de sorte. Rezava todo domingo na missa e agradecia todas as bençãos que sua 'Nazarezinha' já o proporcionou durante toda sua vida. Sobre as questões sociais, ele tinha uma visão muito comum em seu círculo social: "Bandidos têm que morrer, nunca aprendem. Ficam soltos e voltam a roubar!", e sempre dizia "Bem feito pra ele", quando via foto de algum ladrão morto nas páginas policiais do jornal da sua cidade.
Certo dia Luís Felipe estava no seu próprio carro, dirigindo para encontrar sua namorada, quando foi abordado subitamente por Carlinhos enquanto o sinal estava fechado, este último anunciava que isso se tratava de um assalto. Os olhos deles nunca haviam se cruzado até então. Duas vidas diferentes, dois caminhos absurdamente paralelos. Ambos demonstravam o medo de viver, com pupila dilatada, com as pernas trêmulas, aquele momento de tensão doía a qualquer um que via a situação. Taquicardia.

Nada aconteceu como Carlos havia planejado, pois Luís Felipe tentou arrancar com o carro e tudo que se ouvia, a partir de então, foram tiros. Luís morreu logo quando foi levado até o hospital, teve uma grande cerimônia fúnebre e uma enorme comoção social. Carlos foi a óbito minutos depois da tentativa de assalto, por tiros de policiais e sua família nunca teve dinheiro para enterrá-lo dignamente, ficando armazenado em algum lugar do IML.

Henrique, um cidadão da classe média que não tinha nada a ver com a história, dizia ao ler o jornal com a notícia de mais uma morte de bandido "Bem feito, tem que morrer mesmo esse tal de Carlos".

Texto de @poserdadepre

A inação do viver

Corria rápido, com as mãos certificando que não cairia, ao segurar no corrimão da escada. Luiz Eduardo estava atrasado para o seu trabalho e correra rapidamente para o metrô. Apesar de sua preocupação, tudo pareceu mais sereno e leve, depois de adentrar no vagão (que o mesmo estava já quase partindo) e poder sentar no banco de cor marrom-morto que ali lhe parecia aguardar.
Mariana iria visitar sua avó, sempre muito cautelosa, carregava sempre seu guarda-chuva azul com estampas de flores. Presente que fora dado pelo seu antigo namorado, que, estranhamente, ela ainda o guarda. Entrou no metrô em sua serena calmaria, comprou seu respectivo ticket e sentou em um dos bancos marrom-mortos que ali haviam. Ela sempre pensara que estes bancos deveriam transmitir alegria, que fosse da cor amarela-sol. Nunca viu este sonho se realizar. E, então, ela percebera que um jovem moço, afobado e com suor nas maçãs do rosto, tinha sentado ao seu lado. Era o Luiz Eduardo.
Coitado deste rapaz, este mundo é um caos mesmo - ela pensava. Fitava o moço de relance pelos cantos dos olhos e percebera que ele tinha uma beleza bem peculiar: olheiras nos olhos, barba por fazer e um semblante serelepe, que o fazia parecer ter uma ânsia de viver.
Luiz Eduardo estava agitado, pensando em qual a desculpa que daria para o Manoel Mota - seu chefe - sobre o seu novo atraso. Estava com medo de perder o emprego. E foi nesta entressafra de pensamentos que ele se deu conta da moça bem peculiar que sentava ao seu lado: Lindos olhos verdes, da cor de uma selva densa, cheia de vida. Tudo isto em contraste com seu semblante tristonho, que demonstrava seu provável descrédito pelo o mundo que a cercou até então - pensava Luiz Eduardo. E nessa maré contínua de pensamentos, imaginou que a faria feliz e, neste momento, foi quando ela correspondeu o sorriso que ele deixou escapar ao olhá-la. Seu coração acelerou e suas mãos tremiam. Ela tinha um sorriso lindo.
Mariana ficou constrangida com toda essa situação. Pensando no que esse rapaz tão charmoso parecia querer de uma moça tão simples e nada extravagante. Mas tinha algo que a cativava neste rapaz. Talvez seu trajar menos usual, ou essa incrível disposição que saltava de sua áurea, ela não sabia dizer. Depois de já ter desviado o olhar e o sorriso, como uma ação natural, começava exercitar sua arte de imaginar e criar, em sua cabeça, um cenário onde ele a perguntaria seu nome e, depois de um papo breve, diria que queria o número dela para ligar posteriormente. Foi então que brotou um sorriso no canto do rosto de Mariana.
O metrô sacolejava. Pessoas e mais pessoas entravam e saiam do vagão. Luiz Eduardo ja criara uma simpatia por sua anônima colega de viagem, sem mesmo ter sequer trocado qualquer palavra com a mesma. Se questionava de que modo deveria abordá-la, sem parecer promíscuo ou estranho. Nada vinha em sua cabeça, culpava as regras de conduta social a sua inação. Como eu poderei viver sem saber se ela será mesmo a mãe dos meus filhos ? - pensava Luiz.
Dramatizou um pouco o seus sentimentos, mas sempre foi isso que passou em sua mente quando se encontrava em situações análogas. Foi quando Mariana se deu conta que sua estação já havia chegado. Seu coração apertou de uma forma tão intensa, que tudo que pôde fazer foi dar um olhar de adeus para o jovem afobado que havia lhe feito uma ótima companhia durante a viagem... A porta do vagão fechou.
Choveu aquele dia. Luiz Henrique não foi despedido do trabalho. E eles nunca mais se encontraram novamente.

Texto de @poserdadepre

The best of failures (ou não)

Metamorfose - Funk nacional

Claro que eu aceito as mudanças da vida. Claro que eu não tenho preconceito com nenhum tipo de arte. Mas desde quando pornografia é arte?


O funk decaiu moralmente de um jeito nunca antes visto no mundo da música. Tudo bem, o happy rock também foi uma grande metamorfose. Mas ele veio do emotional hardcore. E esse, por sua vez, teve origem no hardcore e punk rock. Vieram de algum lugar!


O estilo puramente libidinoso do funk atual não tem origem! Ninguém faz esse tipo de som. Foi criação dos brasileiros! Pra não dizer cariocas outra coisa.


Eu também gosto de conteúdo adulto, apelo sexual – acho engraçado –, mas tem hora e lugar! O chamado funk proibido veio pra, quase que literalmente, ensinar às pessoas a transar.


Se isso continuasse como era antigamente (lá em dois mil e minha infância): quando os bailes tinham certo controle sobre as músicas e o seu conteúdo erótico, tudo bem! Quem queria participar da putaria sacanagem, participava! Mas nããã... Qualquer criança que saiba mexer na internet pode ouvir essas músicas.


Não vou crucificar o estilo – pelo menos não por inteiro – até por que eu já dancei muito funk nessa vida e tinha orgulho de dizer que pegava as cachorra. Só que era mais pela parte da diversão, da brincadeira, da ironia, que eu dizia coisas assim. Hoje em dia, tudo mudou.


As pessoas praticamente incitam a violência de caráter sexual. Não estou dizendo que ser funkeiro é uma desculpa para cometer um crime. Mas, para uma mente doentia, ver uma menina de 14 (sim, catorze!) anos dançando loucamente um ritmo cuja melodia diz: Quero te dar, quero te dar, quero... é uma requisição de estupro!


E acaba acontecendo o que aconteceu com uma conhecida minha. Fato: ela foi estuprada, espancada e ficou paraplégica. Não quero parecer demasiado politicamente hipócrita dizendo que o fato dela ir a bailes funk, raves, festas particulares e participar de muitas baladas mutcho lokas libertinas culminou na violência. Mas que ajudou, ajudou!


E agora eu pergunto: Cadê o governo pra tomar providências sobre isso? Por que não é mais um problema da classe baixa, as patricinhas também dançam até o chão e muitas são filhas de socialites e empresários. O governo só liga pras coisas que o afetam, mas já deu, né?!


Eu não sei vocês, mas esse papo de “meu filho vai ouvir o que ele quiser” não se enquadra a mim. Meu filho vai ouvir o que ele quiser DESDE QUE NÃO SEJA FUNK!


Agora, pra exemplificar o que foi lido, dois vídeos

Suicídio.

Quadro Suicídio, de Édouard Manet


O suicídio é sempre tratado como tabu na sociedade em que vivemos, de modo que vezenquando volta na mídia toda essa discussão sobre esse fato social: "Suicídio é um ato de coragem ou de covardia ?". A realidade é que todos, pelo menos por um pequeno segundo na vida, já considerou essa possibilidade de o fazer; apesar de parecer mórbido, eu penso que seja bem natural esse pensamento de cessar uma dor desta forma.

Antes de qualquer coisa, devemos admitir que é um ato extremo tirar a própria vida, conseguir se auto-determinar tanto ao ponto de cometer suicídio para extinguir uma dor ou um pensamento recorrente. Imagine alguém negando o maior valor que cultuamos: a vida (ainda mais a própria) em detrimento de cessar algo. Pois é.

E várias pessoas durante os tempos já falaram sobre o assunto: Durkheim tratou este assunto como fato social, nos dando a noção sobre quem está mais propenso para cometer suicídio. Goethe em Os Sofrimentos Jovem Werther, narrou história de Werther, um jovem que não teve o amor correspondido e deu o fim em sua própria vida como resposta, de modo até que essa obra influenciou para várias pessoas fazerem o mesmo. Uma citação da obra para ilustrar:
"A natureza humana (...) tem seus limites: pode suportar a alegria, o sofrimento, a dor até certo ponto, arruina-se, porém, mal ele seja ultrapassado. Assim, a questão não é ser-se fraco ou forte, mas conseguir suportar a medida do seu sofrimento, seja moral ou físico. E acho tão estranho chamar covarde a quem põe fim à própria vida como a quem morre de febre maligna”."
Porém o caso que me deixou mais perplexo e pensativo, foi o do jovem garoto Vinícius Gageiro Marques, mais conhecido como Yoñlu na internet. Ouçam um pouco do trabalho dele:


Lindo, né? Vinícius tinha apenas 16 anos. Suas músicas já tocavam em alguns lugares da Europa e tinha uma certa popularidade na internet por causa das mesmas, porém nem isso amenizava as coisas que se passavam dentro dele. O seu caso teve uma repercussão grande devido toda premeditação que teve para executar e, com auxílio de pessoas anônimas da internet, ele o fez. Segue o link da reportagem da revista Época, chamada Suicídio.com; MUITO boa a reportagem, recomendo que leiam:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG81603-6014-508-1,00-SUICIDIOCOM.html

E então voltamos para nossa indagação inicial: "O suicídio é um ato de coragem ou de covardia ?". Eu acredito que a dor de cada um só o mesmo entenderá e dirá medida de sua capacidade para suportá-la. Às vezes o que você pensa ser um motivo fútil, para outro é algo que corrói de modo tão certo e perturbador, ilustrando a morte como uma solução mais válida. Coragem.

Deixo para vocês uma música linda do Caetano Veloso, chamado Cajuína. E o próprio Caetano conta que foi feita para o seu amigo Torquato Neto, o qual cometeu suicídio nos anos 70.


E qual são as opiniões de vocês sobre suicídio ser ato de coragem ou covardia ? Qual ídolo seu já cometeu suicídio ? Enfim, deixem suas opiniões.

Texto de: @poserdadepre

#FF: música e cinema

Mais uma sexta-feira chega e dessa vez ela vem com um toque de depressão, pelo menos por aqui, já que tá um friozinho e uma chuva marota. Deprê que é deprê fica mais deprê ainda com esse tempo, é um tempo meio nostálgico, que sempre te lembra o quão sozinho (a) você é. Numa hora dessas, nada melhor que se pegar com um filme, ou ouvir aquelas músicas que sempre te deixam mais pra baixo. Vamos lá, primeiro falar de música.


A indicação da vez é o Butch Walker, e se você não gosta de coisa calminha, não ouça. O Butch tem aquelas músicas que pra mim, pelo menos, não é música de ouvir sempre, sabe? Tem seus momentos e tudo mais. Além de cantor, ele também é produtor, já produziu coisas de uma galera aí, que inclui Avril eca Lavigne, Pink, Simple Plan, The Donnas, Pete Yorn, Fall Out Boy, Plastiscines e etc. Produziu um povo bem tosco, né? Mas a música dele é boa, sério mesmo. Vou deixar um vídeo aí, com a música dele que eu mais curto, ouçam e tirem a prova. Se curtirem, logo em seguida terá um link pra download do álbum mais recente dele.

 I Liked It Better When You Had No Heart (2010) - (Download)

Continuando nessa onda meio deprê, vamos pro filme. O Escafandro e a Borboleta é um filme francês, muita gente não gosta de filmes franceses, muitos deles são bem parados, diferente do tipo de filme que o brasileiro é acostumado a ver e gostar. E esse filme não tem muita ação, realmente, mas conta uma história de uma forma interessante, mesclando filmagens de terceira e primeira pessoa, algo que eu particularmente achei sensacional, ainda mais na situação apresentada. O filme é uma adaptação do livro escrito pelo Jean-Dominique Bauby, que por sinal é o protagonista do filme. Ele era o editor chefe da revista "Elle" e adquiriu uma síndrome rara, foi privado de fazer tudo o que gostava, na verdade, ele foi privado de fazer qualquer coisa, por conta dessa síndrome. Por muitas vezes, assistindo o filme, você acaba se colocando na pele do personagem e acaba ficando agoniado. Assistir esse filme talvez faça você ver a vida de um jeito menos pior, o  fato de você imaginar que poderia ser com você, é bem assustador. Um ponto bastante interessante de se observar também é a incrível atuação do protagonista, que no caso é interpretado pelo ator Mathieu Almaric.
Página do filme no IMDB aqui.
O Escafandro e a Borboleta - RMVB legendado - (Download)

E assim encerro as indicações de hoje. Tenham uma boa sexta e curtam o final de semana na internet.

Orgulho nerd ou orgulho pseudo-nerd?


O dia do orgulho nerd é oficialmente "comemorado" no dia 25 de maio, mas hoje dia 24 de maio já está nos TT's do Twitter. Foi então que eu comecei a pensar se as pessoas sabem, realmente, o que é ser um nerd.
Segundo o Wikipédia, o significado de ser nerd:

"Nerd é um termo que descreve, de forma estereotipada, muitas vezes com conotação depreciativa, uma pessoa que exerce intensas atividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais populares."


Em um passado não muito distante, os nerds tinham como uma das características principais a falta de amigos, já que eles se dedicavam quase que exclusivamente a estudar, ou a buscar conhecimento, fazer pesquisas, e etc. Normalmente ele era aquele cara isolado da sala de aula, que ficava sempre no seu canto, com os seus livros e que o resto todo da sala sempre ficava zoando. O nerd não era reconhecido pela roupa que vestia, ou pelo modelo de óculos que usava, ele era reconhecido pelas suas atitudes que eram sempre diferente do resto das pessoas ao seu redor e muitas vezes ele era a pessoa mais madura dentre as pessoas da sua idade, por ter um nível intelectual mais elevado.


Mas... E hoje em dia? O que é ser nerd?
Hoje em dia, o chamado nerd é reconhecido principalmente pelas características visuais. A expressão "nerd" deixou de ser algo relacionado com a intelectualidade e passou a ser só um estilo de se vestir. Aliás, hoje em dia não é preciso muito pra ser nerd. Quer virar nerd? Então siga os passos:
1º Use óculos, de preferência com a armação preta e grossa, no estilo Ray-ban wayfarer;
2º Use camisas xadrez;

3º Use calças jeans, de preferência no modelo skinny;

4º No quesito calçados, pode pegar aquele seu Allstar bem surrado;

5º Goste de video-game, ou se não gostar, ao menos finja gostar;

6º É interessante também que você goste, ou finja gostar de café ou quem sabe até tatuar a fórmula da cafeína no braço...

Pronto, seguindo esse passos você pode sair na rua e dizer que é nerd, todo mundo vai acreditar, e sabe qual é o curioso? Todo mundo vai começar a te amar, porque sabe né... A juventude de hoje ama os pseudo-nerds e não esqueça de tirar fotos com a sua caneca de café, ou quem sabe fingindo ler um livro, use a sua criatividade nerd, é imprescindível que você mostre ao mundo quão nerd você é. Outra coisa bem curiosa é que os "nerds" de hoje, muitas vezes são aqueles moleques que ficavam zoando o moleque nerd da sala de aula. Que mundo ironico, viu...

EAE, mãe.



Opa, hoje é dia das mães. Dia daquele ser que vive brigando com você, que vive mandando você arrumar seu quarto, que implica com tudo que você faz. Mas... Ela só quer seu bem, né? Difícil é saber o que é esse bem que ela tanto quer, porque ela sempre reclama de alguma coisa. Se você sai todo dia, ela reclama que você sai todo dia. Se você fica em casa, ela reclama que você só fica em casa. Mas tem uma coisa que eu acho que elas sentem tesão em reclamar... O maldito computador. Acho que deve ter algum tipo de acordo entre as mães, que pra ser mãe de verdade, pra entrar pro grupo das mães, você tem que reclamar do computador com o seu filho...

Você: Mãe, tô com fome.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, quero dinheiro.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, preciso de roupas novas.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, tô doente.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, tô com AIDS.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, tô namorando.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, tô grávida.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você chorando desesperado: Mãe, fui  sequestrado, socorro.
Sua mãe aos berros: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, vou casar.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, sou gay.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, não comprei o seu presente, me desculpa, tava sem dinheiro.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você morre, sua mãe diz que o motivo foi que você ficava o tempo todo no computador...

Então aqui vai um apelo para as mães: Mães, pensem da seguinte forma... Nós poderíamos estar matando, poderíamos estar roubando, poderíamos estar te enchendo de netos, mas não, estamos aqui, apenas no computador matando o nosso tempo, da nossa vida tão desgraçada. Dá um desconto, pô. E fica tranquila, não vamos nos envolver com bandidos, com traficantes, com pedófilos ou com tarados, o máximo que vamos fazer é ficar distribuindo depressão pelo Twitter. Mas fica tranquila, é tudo brimks, tá. Nós não vamos nos matar e nem nada disso, só se as senhoras decidirem tirar o computador de nós, aí...

Então você, filho desnaturado, que não comprou nada para a sua mãe (tipo eu), eu tenho uma dica de presente que ela, com certeza, vai amar e vai achar o melhor presente de todos. Passe o dia das mães todo fora do computador e faça companhia para a velha. Ela vai amar esse presente e você poderá passar um dia todo sem ouví-la reclamar do seu computador.

Enfim, acho um saco ficar desejando feliz dia das mães, mas beleza. Feliz dia das mães para as suas respectivas mães. Finjam que são sociáveis e deem ao menos um abraço na velha.

#FF: música e cinema

Opa, hoje é sexta-feira. Ou você vai fazer coisas legais, ou não vai fazer porra nenhuma. Pra você que não vai fazer porra nenhuma, vou deixar a dica do que assistir e do que ouvir. Você que vai fazer coisas legais... Eu te odeio. HAHAHA. Mentira. Mas então vamos lá... Hoje vou começar pelo filme.

A indicação do filme da vez, é um filme que muitos já ouviram falar, mas algumas pessoas ainda não assistiram, creio eu. O nome do filme é "Closer" que no Brasil ficou "Closer - Perto demais". A estreia do filme foi no ano de 2004, portanto ainda é um filme recente, porém não deixa nada a desejar. O filme é todo focado em apenas quatro personagens, estes que são interpretados por Julia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen. Pelo elenco, já dá pra esperar uma coisa boa, né? Bom, eu não vou contar o que acontece no filme, infelizmente não sei fazer uma sinopse sem contar algum fato interessante do filme.Só digo que é um daqueles filmes que você espera uma coisa, mas acaba acontecendo outra, principalmente o final. O filme é, acima de tudo, fora de todo o clichê que já estamos acostumados. Termino de falar do filme, apenas com a referência feita  a ele, pela revista Time. "Finalmente uma história de amor madura."


Página do filme no IMDB aqui.
Closer - Perto Demais (Download)

Agora pegando um gancho do filme, a recomendação musical de hoje é Damien Rice, que ficou mundialmente conhecido justamente por ter a sua música "The Blower's Daughter" no filme Closer. Ele não tem muitas coisas lançadas, mas as poucas que tem são de uma extrema qualidade. De início, ele possuída uma banda chamada "Juniper" onde eu seu "nome artístico" era Dodi Ma. A banda, então, assinou um contrato com uma gravadora, mas Damien saiu da banda logo após o lançamento do segundo álbum, foi então que se juntou com alguns outros músicos e gravou o seu primeiro álbum como Damien Rice, de fato. Pra quem gosta de uma coisa mais calma, vale muito a pena conferir. Algo bem legal, é que o Damien Rice e a Lisa Hannigan (uma das pessoas com a qual ele se juntou, após sair da sua banda) tem uma versão de duas músicas brasileiras. E sim, eles cantam em português. As músicas são "Desafinado" e "Águas de Março", ambas as versões ficaram lindas, de verdade. Deixarei aí o vídeo com essas duas versões e em seguida, o link pra download do álbum "O" do Damien.


Damien Rice - O (Download)

Bom, é isso aí. Espero que vocês confiram, de fato, as duas dicas, e depois me falem o que acharam, pode ser? Se você já conhece, deixe seu comentário com sua opinião sobre ambos.

Apesar dos pesares, o fez.

Manhã de um sábado, acordava de um sonho profundo. Poeira aos olhos incentivavam-no a ficar mais tempo na cama que lhe parecia muito confortável, mas havia um sentimento forte que não o deixava mais descansar. Tirou lençol da cara, as luzes que entrecruzavam as persianas da janela, percorria de maneira veloz aos seus olhos. Doía. Rapidamente se levantou para ajeitar aquela situação, e o escuro invadiu-o novamente.
- Eu não queria que doesse tanto assim - pensava ao segurar uma foto de família que tinha em sua cômoda, nela havia uma família feliz comemorando um aniversário. Provavelmente era a sua e em seu aniversário quando criança.
Engoliu alguma coisa seca, que parecia doer. Deixou novamente o retrato na cômoda e acendeu o abajur que ficava na mesma, iluminando timidamente o quarto, como gostava.
Seu apartamento era pequeno, tinha poucos cômodos. Em um ficava sua cama com uma cômodas em cada lado, janelas grandes com cortinas floridas e tingidas de cores mortas, ao lado tinha um pequeno banheiro com utensílios necessários para existência do mesmo. Sua vida era bem humilde. Havia também uma cozinha pequena, com um fogão de 4 bocas, onde nenhum deles a chama conseguira acender e também havia uma pequena pia, ao lado da geladeira que mal abrigava coisas.
Ele se encaminhou para banheiro em passos lentos, acendeu a luz da mesma e olhou no espelho se perguntando:
- Olhos caídos. Olheiras, cara abatida. Aonde ela vê tanta beleza e otimismo ? Super bem sucedida em tudo que faz, sendo que eu somente arranjo bicos por ali, por aqui. Não tenho família, poucos amigos e a coisa mais importante na minha vida é ela. Apesar de tudo que me ocorre, ela sempre esteve por perto para ser meu porto seguro diante toda a tormenta que começa devastar minha vida, minha existência. Mas tem dias... - Jogou a água no rosto, para finalmente conseguir pensar com lucidez sobre o dia de hoje. Iria encontrar ela, sua pequena.
Se encaminhou para o banho gelado, que exauria de sua alma qualquer sono. Melhor que café ou energético, estava mais acordado do que nunca. Ao começar trajar suas roupas, continuava os pensamentos que o perturbava esporadicamente:
- E o que faço ? - pensava consigo mesmo - Tudo havia se passado tão rápido: minha infância, adolescência e agora já estou com 26 anos. Sem emprego fixo, com escolaridade básica e muito medo do que o mundo é capaz de fazer.
Nada se fazia flores, percebia. Acendeu seu primeiro cigarro do dia, seu vício que lhe servia com fuga de tanta angústia que guardava para si. Angústia que ele não compartilhava nem com sua pequena. Tragou algumas vezes, aliviando aquele peso sobre os ombros e então batera na ponta do cigarro para depositar as cinzas ali, em um cinzeiro metálico que ganhara de seu melhor amigo Alex. Percebia-se que a dor chamada saudade o invadia ali, ao olhar fixadamente o objeto metálico. Se espertou.
Notou que estava atrasado ao olhar no seu relógio, os ponteiros se encontravam e sua menina estava esperando ali perto de sua casa, então apagou cigarro e tratou de apressar os passos.
Descia as escadas e um pensamento súbito o invadiu, como uma chama que se alastra sobre a floresta, rapidamente a angústia o tomou conta. Apressara os passos e pensava:
- Porra! Nada nessa vida parece me fazer ter motivos para prosseguir respirando, andando, chorando... Vivendo. Estarei criando uma família que não posso sustentar ? Criar um filho em um mundo que a vida vale menos que o dinheiro ? - chegando até a soluçar.
Então via sua menina do outro lado da rua, abrindo o sorriso que o fez ser conquistado desde a primeira vez que os viram. Um sorriso que torna o mundo um lugar melhor pra viver, sem porque e nem pra que. Apenas o faz.
Mesmo assim angústia ainda lhe apertava e continuava pensando:
- E se por um momento, só um momento, eu tivesse uma paz - pensava nisso, ele atravessava a rua para encontrá-la -  que seria capaz de aliviar esta dor que eu sinto ? Talvez eu devesse... -  então ele olhou vagamente para onde vinha o som de um dos lados da pista.
Só se podia escutar barulho de freada de carro, sirene de ambulância e uma garota com uma dor imensurável. Havia somente dor derramada em forma de sangue, que tingia aquela bela tarde ensolarada de sábado.

Silêncio.

Então ele acordara suado. Era manhã de um sábado, das persianas da sua janela vinha uma luz que o atormentava esporadicamente nas manhãs. Tratou de acordar rapidamente. Apesar de seus olhos empoeirados, conseguiu ajeitar a cortina para não o perturbar com luz nesse momento do dia. Hoje iria ver o amor de sua vida e, apesar de tudo que ocorreu na sua vida, via naqueles olhos grandes de sua menina um belo motivo para ainda viver.
Vestiu-se, acendeu seu cigarro habitual, e avistava sua pequena com um sorriso magnífico no outro lado da rua. Olhou para os dois lados da pista, deixando o carro passar, e, então, se fez uma bela tarde naquele sábado.
Apesar dos pesares, o fez.

Escrito por @poserdadepre

Todo mundo tem um lado devassi dentro de si própri.

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK pqp

Conversa de botas batidas #1

X: Eu te amo.
Y: Não ama.
X: É claro que eu amo, não fale bobeira.
Y: Você quem está falando bobeira. Você nem sequer sabe o que é amar alguém.
X: É, de fato, eu não sei.
Y: Então...
X: Então eu digo e repito, eu te amo.
Y: Mas você acabou de dizer que não sabe o que é amar alguém, se decida!
X: Eu não preciso saber o que é amar alguém, pra amar você. Eu sinto, isso basta.

WTF is love?

Minha concepção sobre o amor baseia-se na ideia de que ele é como uma simples obra de arte abstrata.
Já pararam para observar uma obra abstrata? A situação é sempre a mesma, cada pessoa a vê e a interpreta de uma forma diferente. Quer ver? Olha só.
Orientalisches - Wassily Kandinsky

Quando você olhar, pela primeira vez, para esse quadro, você vai enxergar uma coisa e entendê-lo de uma forma. Se você voltar a observá-lo alguns minutos, horas, dias, semanas ou até anos depois, você vai exergar e entender uma outra coisa. Isso acontece porque a sua concepção sobre as coisas mudam constantemente, a sua situação de humor, de espírito mudam também. Um fato importante também é que, o autor da obra, quando a fez, fez com um propósito, de certo passou a sua "emoção" que estava vivendo no momento, se fosse fazê-la em um dia diferente, certamente  sairia de uma forma diferente também e a única pessoa que sabe, realmente, o significado de cada traço, é o próprio autor, ninguém nunca irá saber, como ele sabe. O amor, é assim. O amor é criado pelas pessoas que o sentem, e cada um o sente de uma forma diferente. As pessoas de fora, interpretam de diversas formas, mas só quem o sente, sabe de fato, como ele realmente é e o que significa. O amor não é esse sentimento idealizado pela maioria das pessoas, como um sentimento lindo, onde tudo é lindo, que não é egoísta, que não faz sofrer. O amor que é vivido pelas pessoas, reflete o que essas pessoas são. E agora a questão... O amor existe? Se estivermos falando do sentimento aqui citado, sim. Esse amor pode estar entre duas pessoas, entre uma pessoa e o seu animal de estimação, entre uma pessoa e a sua banda preferida, ou objeto preferido. Cada um sabe o amor que tem, o amor que sente e que vive. Agora, se estivermos falando do amor idealizado, a resposta é... Não, o amor não existe.
Lembrando que, levando em consideração a minha própria concepção sobre o amor, pode ser que ela mude com o tempo, amanhã posso não achar mais nada disso. Ou não. Tudo depende, não é mesmo?

Motivos para odiar o domingo.


Domingo, do latim "Domingão do Faustão".
Pois é, hoje é domingo... Que grande merda, não? Quem nunca sentiu um desespero batendo quando a musiquinha no "Fantástico" começa a tocar? Você logo pensa "pqp fodeu, agora é sério, o domingo tá pra acabar, amanhã começa tudo de novo...". Até hoje não conheci ninguém que gostasse de domingo, nem mesmo pessoas que não fazem nada durante toda a semana, gostam de domingo. Acho que elas pegam a vibe das pessoas que não gostam porque trabalham ou estudam na segunda-feira. Se você, por algum milagre divino, gosta de domingos, vou dar alguns motivos pra você passar a odiar.
Domingo, pra muitas pessoas, é o dia da ressaca. Você passou o sábado todo fazendo alguma coisa legal, de madrugada foi pra balada, pegou todos (as), bebeu todas e no domingo acorda com aquela dor de cabeça ferrada, vomitando e aí então solta a frase "Nunca mais vou beber". Aham, valeu.
Pra outras, é aquele dia que você acorda tarde, porque passou a madrugada do sábado pro domingo... Na internet. Afinal, não é todo dia que se pode virar a noite toda na internet, né? Tem que aproveitar mesmo, amg.
Em ambos os casos, você acorda e aí lembra "Droga, hoje é domingo." Dia de não poder sair de noite pra chegar tarde em casa, dia de não ficar a noite toda na internet. Ninguém quer sair porque o domingo, por si só, já é desanimador e todo mundo quer ficar em casa, descansando. Aí ok... Você liga a tv. AÍ QUE MORA O PERIGO, sabe por quê? Porque no domingo não passa nada de bom na tv. Quer dizer... Domingo já um dia extremamente chato e ninguém nunca faz nada para, pelo menos, melhorá-lo. É tipo um ciclo vicioso, sabe? Domingo é ruim porque você reclama, mas você reclama porque o domingo é ruim. Sacou? Não, né? Ah, dane-se. Você não gosta de domingo e sabe o que eu estou falando, mesmo não entendendo (?)
Pedi aos meus followers para me mandarem motivos para odiar o domingo, as respostas foram essas que seguem:
@cstenico: não tem nada de bom passando na tv
@PedroOfCydonia: 1-tédio da porra 2- véspera de 2ª 3- preguiça 4- ninguém quer sair. +1 - igreja +2 - tudo fechado +3 - todo mundo indo na casa da família +4 - dia morto +5 - ter que dormir cedo
@EliseuMoreno: dia de visita não agendada dos parentes
@Joseload:  Estou pensando, mas hj é domingo e estou sem coragem até de pensar. :P
@poserdadepre: domingo = programação ruim, estabelecimento de lojas estão fechados, todos com preguiça, dia fica morto
Obrigada pela colaboração, seus lindo. E um bom domingo pra todo mundo... OH, WAIT.

#FF: música e cinema

Toda sexta feira rola um negócio de #FF no Twitter, pra indicar alguém pra seguir e etc, né? Pois bem... Resolvi que, então, toda sexta-feira farei indicações aqui de música (banda) e algum filme legal. Vamos primeiro pra recomendação da banda, então.
Hoje escolhi indicar a banda Lovage. Alguns devem conhecer, ou não... Mas sei lá, o intuito não é indicar coisas novas e sim coisas boas. Lovage é uma banda de trip-hop. Veja aqui a definição de trip-hop. É uma banda formada por pessoas que já tem uns outros projetos e tudo mais, possuem apenas um álbum lançado, que foi no ano de 2001. O nome é " Music To Make Love To Your Old Lady By" então já dá pra sacar mais ou menos qual é a pegada do cd, né? Se você não conhece nenhuma música da banda, dá um conferida no vídeo a seguir. E aí se curtir, ou se quiser ouvir mais coisa, em seguida vou deixar o link pra download.

Músic to make love to your lady by - 2001 (Download)

Vamos agora para a indicação de filme. Escolhi um filme que não é novo, mas é muito bom. Se chama "Requiem for a dream" muita gente já deve ter assistido e tudo mais, mas como eu disse, o intuito é indicar coisa boa, independente de ser novo, velho, conhecido ou não. O filme é um drama, foi lançado em 2000 e aborda o assunto drogas. É uma adaptação de um livro, que leva o mesmo nome, que foi publicado no ano de  1978. O protagonista é interpretado pelo Jared Leto (
que na minha opinião deveria encerrar a carreira de cantor e ficar só como ator
). Pra quem quiser conferir a página do IMDb do filme, tá aqui. Vou deixar o link pra download também, vale muito a pena assistir.

Filme legendado, em formato rmvb.
Bom, essas foram a indicação dessa sexta-feira. Vale a pena conferir, ambas. Afinal, se não valesse eu não indicaria, né? rsrs Enfim, se alguém conferir, depois me fale se gostou. Aproveita que você não vai fazer porra nenhuma nessa sexta-feira.

Casamento real: grande merda.

Percebi que o casamento real é o assunto do momento, né? Aí eu me pergunto... PQP, pra que isso? Porque pra começar... ELES SÃO DE OUTRO PAÍS, PORRA! Pra que se preocupar tanto com o casamento deles? O pior é um jornal, do porte do Jornal Nacional e outros por aí que passam notícia sobre o casamento todos os dias. Me admirou MUITO ver no Globo Repórter um programa TODO feito pra falar sobre o tal casamento. Se fosse a Sonia Abrão fazendo isso, eu não me surpreenderia. Mas... GLOBO REPÓRTER? No meu tempo costumava ser um programa que passava coisas legais e sobretudo úteis e interessantes, e olha que sou bem nova, então tem que ver isso aí, produção. Ah, vocês ficam vendo por forma de entretenimento? A Rede Globo tem 500 mil novelas, ainda não tá bom de etretenimento? Esse negócio do casamento real tá mais fútil do que assistir BBB, tá passando do fútil para o ridículo, numa boa. Só falta na hora da transmissão do casamento real, o Brasil parar, tipo em Copa do Mundo. Coloquem uma coisa na cabeça: eles são ricos, estão casando. Vocês vão continuar pobres e encalhados. Vão dorme, vai.

Quem disse que uma segunda-feira não pode ser boa?

Eu sei, ninguém gosta de segunda-feira, quer dizer... A grande maioria das pessoas. É aquele dia que tudo volta a ser como deve ser, o problema é que você não gosta desse "como deve ser". Mas hoje, dia 18 de abril foi e está sendo uma segunda-feira feliz pra muitas pessoas. Motivo? Bom, acho que todos ouviram falar do festival Planeta Terra que vai rolar em novembro, em São Paulo, né? Então... Havia alguns rumores de que Strokes viria pro festival, até então, nada era certo... ATÉ HOJE. Foi divulgado no Twitter oficial do evento (confere aí se não tá acreditando, fdp) que eles virão, realmente. E olha só, não é só isso... De quebra TAMBÉM terá The Vaccines e Toro y Moi (serei sincera em dizer que nunca parei pra ouvir o último citado). Agora me diz, diz se isso não é motivo suficiente pra ter uma ÓTIMA segunda-feira? Se disser que não, mando você ir se foder, risos. Mentira.
Então se liga... Se você não conhece Strokes, ou se faz tempo que não ouve, vou deixar a discografia deles aqui pra você baixar tipo... AGORA, e já começar o aquecimento. Ah, ainda falta muito tempo pra novembro, né? Foda-se, é só um pretexto pra você ficar ouvindo Strokes. 


The Modern Age (2001) - (Download)
Is This It (2001) - (Download)
Room on Fire (2003) - (Download)
First Impressions of Earth (2006) - (Download)
Senha para o download: hmc
Créditos dos links acima aqui.
Angles (2011) - (Download)



E The Vaccines, conhece? Não? Sim? Enfim... Deixarei o link pra download do álbum de estreia deles também, lançado esse ano. Vale muito a pena ouvir, se você ainda não ouviu. Me apaixonei pela banda logo de cara.


What Did You Expect from The Vaccines? (2011) - (Download)
Agora esse vale pra mim, também... Procurei pra baixar e compartilharei. Aparentemente esse é o cd que foi lançado esse ano.

Underneath The Pine (2011) - (Download)

Agora já temos o que ouvir durante a semana toda, e rezemos para que o tempo passe voando... Sem contar que essas foram apenas as primeiras atrações confirmadas até agora, pode ser que role mais surpresas boas até lá. Vamos ver, né? É.