The best of failures (ou não)
Anônimo | quinta-feira, junho 09, 2011 | Gênio da Deprê, Vídeo | 0 comentários
Metamorfose - Funk nacional
Anônimo | quarta-feira, junho 01, 2011 | Gênio da Deprê, Metamorfose | 1 comentários
Claro que eu aceito as mudanças da vida. Claro que eu não tenho preconceito com nenhum tipo de arte. Mas desde quando pornografia é arte?
O funk decaiu moralmente de um jeito nunca antes visto no mundo da música. Tudo bem, o happy rock também foi uma grande metamorfose. Mas ele veio do emotional hardcore. E esse, por sua vez, teve origem no hardcore e punk rock. Vieram de algum lugar!
O estilo puramente libidinoso do funk atual não tem origem! Ninguém faz esse tipo de som. Foi criação dos brasileiros! Pra não dizer cariocas outra coisa.
Eu também gosto de conteúdo adulto, apelo sexual – acho engraçado –, mas tem hora e lugar! O chamado funk proibido veio pra, quase que literalmente, ensinar às pessoas a transar.
Se isso continuasse como era antigamente (lá em dois mil e minha infância): quando os bailes tinham certo controle sobre as músicas e o seu conteúdo erótico, tudo bem! Quem queria participar da putaria sacanagem, participava! Mas nããã... Qualquer criança que saiba mexer na internet pode ouvir essas músicas.
Não vou crucificar o estilo – pelo menos não por inteiro – até por que eu já dancei muito funk nessa vida e tinha orgulho de dizer que pegava as cachorra. Só que era mais pela parte da diversão, da brincadeira, da ironia, que eu dizia coisas assim. Hoje em dia, tudo mudou.
As pessoas praticamente incitam a violência de caráter sexual. Não estou dizendo que ser funkeiro é uma desculpa para cometer um crime. Mas, para uma mente doentia, ver uma menina de 14 (sim, catorze!) anos dançando loucamente um ritmo cuja melodia diz: Quero te dar, quero te dar, quero... é uma requisição de estupro!
E acaba acontecendo o que aconteceu com uma conhecida minha. Fato: ela foi estuprada, espancada e ficou paraplégica. Não quero parecer demasiado politicamente hipócrita dizendo que o fato dela ir a bailes funk, raves, festas particulares e participar de muitas baladas mutcho lokas libertinas culminou na violência. Mas que ajudou, ajudou!
E agora eu pergunto: Cadê o governo pra tomar providências sobre isso? Por que não é mais um problema da classe baixa, as patricinhas também dançam até o chão e muitas são filhas de socialites e empresários. O governo só liga pras coisas que o afetam, mas já deu, né?!
Eu não sei vocês, mas esse papo de “meu filho vai ouvir o que ele quiser” não se enquadra a mim. Meu filho vai ouvir o que ele quiser DESDE QUE NÃO SEJA FUNK!
Agora, pra exemplificar o que foi lido, dois vídeos
Suicídio.
Joesmind | segunda-feira, maio 30, 2011 | Poser da depre | 4 comentários
O suicídio é sempre tratado como tabu na sociedade em que vivemos, de modo que vezenquando volta na mídia toda essa discussão sobre esse fato social: "Suicídio é um ato de coragem ou de covardia ?". A realidade é que todos, pelo menos por um pequeno segundo na vida, já considerou essa possibilidade de o fazer; apesar de parecer mórbido, eu penso que seja bem natural esse pensamento de cessar uma dor desta forma.
Antes de qualquer coisa, devemos admitir que é um ato extremo tirar a própria vida, conseguir se auto-determinar tanto ao ponto de cometer suicídio para extinguir uma dor ou um pensamento recorrente. Imagine alguém negando o maior valor que cultuamos: a vida (ainda mais a própria) em detrimento de cessar algo. Pois é.
E várias pessoas durante os tempos já falaram sobre o assunto: Durkheim tratou este assunto como fato social, nos dando a noção sobre quem está mais propenso para cometer suicídio. Goethe em Os Sofrimentos Jovem Werther, narrou história de Werther, um jovem que não teve o amor correspondido e deu o fim em sua própria vida como resposta, de modo até que essa obra influenciou para várias pessoas fazerem o mesmo. Uma citação da obra para ilustrar:
"A natureza humana (...) tem seus limites: pode suportar a alegria, o sofrimento, a dor até certo ponto, arruina-se, porém, mal ele seja ultrapassado. Assim, a questão não é ser-se fraco ou forte, mas conseguir suportar a medida do seu sofrimento, seja moral ou físico. E acho tão estranho chamar covarde a quem põe fim à própria vida como a quem morre de febre maligna”."Porém o caso que me deixou mais perplexo e pensativo, foi o do jovem garoto Vinícius Gageiro Marques, mais conhecido como Yoñlu na internet. Ouçam um pouco do trabalho dele:
Lindo, né? Vinícius tinha apenas 16 anos. Suas músicas já tocavam em alguns lugares da Europa e tinha uma certa popularidade na internet por causa das mesmas, porém nem isso amenizava as coisas que se passavam dentro dele. O seu caso teve uma repercussão grande devido toda premeditação que teve para executar e, com auxílio de pessoas anônimas da internet, ele o fez. Segue o link da reportagem da revista Época, chamada Suicídio.com; MUITO boa a reportagem, recomendo que leiam:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG81603-6014-508-1,00-SUICIDIOCOM.html
E então voltamos para nossa indagação inicial: "O suicídio é um ato de coragem ou de covardia ?". Eu acredito que a dor de cada um só o mesmo entenderá e dirá medida de sua capacidade para suportá-la. Às vezes o que você pensa ser um motivo fútil, para outro é algo que corrói de modo tão certo e perturbador, ilustrando a morte como uma solução mais válida. Coragem.
Deixo para vocês uma música linda do Caetano Veloso, chamado Cajuína. E o próprio Caetano conta que foi feita para o seu amigo Torquato Neto, o qual cometeu suicídio nos anos 70.
E qual são as opiniões de vocês sobre suicídio ser ato de coragem ou covardia ? Qual ídolo seu já cometeu suicídio ? Enfim, deixem suas opiniões.
Texto de: @poserdadepre
#FF: música e cinema
Pseudo-dona. | sexta-feira, maio 27, 2011 | #FF, Recomendações | 0 comentários
Mais uma sexta-feira chega e dessa vez ela vem com um toque de depressão, pelo menos por aqui, já que tá um friozinho e uma chuva marota. Deprê que é deprê fica mais deprê ainda com esse tempo, é um tempo meio nostálgico, que sempre te lembra o quão sozinho (a) você é. Numa hora dessas, nada melhor que se pegar com um filme, ou ouvir aquelas músicas que sempre te deixam mais pra baixo. Vamos lá, primeiro falar de música.
A indicação da vez é o Butch Walker, e se você não gosta de coisa calminha, não ouça. O Butch tem aquelas músicas que pra mim, pelo menos, não é música de ouvir sempre, sabe? Tem seus momentos e tudo mais. Além de cantor, ele também é produtor, já produziu coisas de uma galera aí, que inclui Avril
Orgulho nerd ou orgulho pseudo-nerd?
Pseudo-dona. | terça-feira, maio 24, 2011 | Orgulho Nerd | 0 comentários
O dia do orgulho nerd é oficialmente "comemorado" no dia 25 de maio, mas hoje dia 24 de maio já está nos TT's do Twitter. Foi então que eu comecei a pensar se as pessoas sabem, realmente, o que é ser um nerd.
Segundo o Wikipédia, o significado de ser nerd:
"Nerd é um termo que descreve, de forma estereotipada, muitas vezes com conotação depreciativa, uma pessoa que exerce intensas atividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais populares."
Em um passado não muito distante, os nerds tinham como uma das características principais a falta de amigos, já que eles se dedicavam quase que exclusivamente a estudar, ou a buscar conhecimento, fazer pesquisas, e etc. Normalmente ele era aquele cara isolado da sala de aula, que ficava sempre no seu canto, com os seus livros e que o resto todo da sala sempre ficava zoando. O nerd não era reconhecido pela roupa que vestia, ou pelo modelo de óculos que usava, ele era reconhecido pelas suas atitudes que eram sempre diferente do resto das pessoas ao seu redor e muitas vezes ele era a pessoa mais madura dentre as pessoas da sua idade, por ter um nível intelectual mais elevado.
Mas... E hoje em dia? O que é ser nerd?
Hoje em dia, o chamado nerd é reconhecido principalmente pelas características visuais. A expressão "nerd" deixou de ser algo relacionado com a intelectualidade e passou a ser só um estilo de se vestir. Aliás, hoje em dia não é preciso muito pra ser nerd. Quer virar nerd? Então siga os passos:
EAE, mãe.
Pseudo-dona. | domingo, maio 08, 2011 | Dia das mães | 0 comentários
Opa, hoje é dia das mães. Dia daquele ser que vive brigando com você, que vive mandando você arrumar seu quarto, que implica com tudo que você faz. Mas... Ela só quer seu bem, né? Difícil é saber o que é esse bem que ela tanto quer, porque ela sempre reclama de alguma coisa. Se você sai todo dia, ela reclama que você sai todo dia. Se você fica em casa, ela reclama que você só fica em casa. Mas tem uma coisa que eu acho que elas sentem tesão em reclamar... O maldito computador. Acho que deve ter algum tipo de acordo entre as mães, que pra ser mãe de verdade, pra entrar pro grupo das mães, você tem que reclamar do computador com o seu filho...
Você: Mãe, tô com fome.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você: Mãe, quero dinheiro.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você: Mãe, preciso de roupas novas.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você: Mãe, tô doente.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você: Mãe, tô com AIDS.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você: Mãe, tô namorando.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você: Mãe, tô grávida.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você chorando desesperado: Mãe, fui sequestrado, socorro.
Sua mãe aos berros: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você: Mãe, vou casar.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você: Mãe, sou gay.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você: Mãe, não comprei o seu presente, me desculpa, tava sem dinheiro.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.
Você morre, sua mãe diz que o motivo foi que você ficava o tempo todo no computador...
Então aqui vai um apelo para as mães: Mães, pensem da seguinte forma... Nós poderíamos estar matando, poderíamos estar roubando, poderíamos estar te enchendo de netos, mas não, estamos aqui, apenas no computador matando o nosso tempo, da nossa vida tão desgraçada. Dá um desconto, pô. E fica tranquila, não vamos nos envolver com bandidos, com traficantes, com pedófilos ou com tarados, o máximo que vamos fazer é ficar distribuindo depressão pelo Twitter. Mas fica tranquila, é tudo brimks, tá. Nós não vamos nos matar e nem nada disso, só se as senhoras decidirem tirar o computador de nós, aí...
Então você, filho desnaturado, que não comprou nada para a sua mãe (
Enfim, acho um saco ficar desejando feliz dia das mães, mas beleza. Feliz dia das mães para as suas respectivas mães. Finjam que são sociáveis e deem ao menos um abraço na velha.
#FF: música e cinema
Pseudo-dona. | sexta-feira, maio 06, 2011 | #FF, Recomendações | 0 comentários
Opa, hoje é sexta-feira. Ou você vai fazer coisas legais, ou não vai fazer porra nenhuma. Pra você que não vai fazer porra nenhuma, vou deixar a dica do que assistir e do que ouvir. Você que vai fazer coisas legais... Eu te odeio. HAHAHA. Mentira. Mas então vamos lá... Hoje vou começar pelo filme.
A indicação do filme da vez, é um filme que muitos já ouviram falar, mas algumas pessoas ainda não assistiram, creio eu. O nome do filme é "Closer" que no Brasil ficou "Closer - Perto demais". A estreia do filme foi no ano de 2004, portanto ainda é um filme recente, porém não deixa nada a desejar. O filme é todo focado em apenas quatro personagens, estes que são interpretados por Julia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen. Pelo elenco, já dá pra esperar uma coisa boa, né? Bom, eu não vou contar o que acontece no filme, infelizmente não sei fazer uma sinopse sem contar algum fato interessante do filme.Só digo que é um daqueles filmes que você espera uma coisa, mas acaba acontecendo outra, principalmente o final. O filme é, acima de tudo, fora de todo o clichê que já estamos acostumados. Termino de falar do filme, apenas com a referência feita a ele, pela revista Time. "Finalmente uma história de amor madura."










