EAE, mãe.



Opa, hoje é dia das mães. Dia daquele ser que vive brigando com você, que vive mandando você arrumar seu quarto, que implica com tudo que você faz. Mas... Ela só quer seu bem, né? Difícil é saber o que é esse bem que ela tanto quer, porque ela sempre reclama de alguma coisa. Se você sai todo dia, ela reclama que você sai todo dia. Se você fica em casa, ela reclama que você só fica em casa. Mas tem uma coisa que eu acho que elas sentem tesão em reclamar... O maldito computador. Acho que deve ter algum tipo de acordo entre as mães, que pra ser mãe de verdade, pra entrar pro grupo das mães, você tem que reclamar do computador com o seu filho...

Você: Mãe, tô com fome.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, quero dinheiro.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, preciso de roupas novas.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, tô doente.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, tô com AIDS.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, tô namorando.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, tô grávida.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você chorando desesperado: Mãe, fui  sequestrado, socorro.
Sua mãe aos berros: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, vou casar.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, sou gay.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você: Mãe, não comprei o seu presente, me desculpa, tava sem dinheiro.
Sua mãe: Também, você fica o tempo todo nesse computador.

Você morre, sua mãe diz que o motivo foi que você ficava o tempo todo no computador...

Então aqui vai um apelo para as mães: Mães, pensem da seguinte forma... Nós poderíamos estar matando, poderíamos estar roubando, poderíamos estar te enchendo de netos, mas não, estamos aqui, apenas no computador matando o nosso tempo, da nossa vida tão desgraçada. Dá um desconto, pô. E fica tranquila, não vamos nos envolver com bandidos, com traficantes, com pedófilos ou com tarados, o máximo que vamos fazer é ficar distribuindo depressão pelo Twitter. Mas fica tranquila, é tudo brimks, tá. Nós não vamos nos matar e nem nada disso, só se as senhoras decidirem tirar o computador de nós, aí...

Então você, filho desnaturado, que não comprou nada para a sua mãe (tipo eu), eu tenho uma dica de presente que ela, com certeza, vai amar e vai achar o melhor presente de todos. Passe o dia das mães todo fora do computador e faça companhia para a velha. Ela vai amar esse presente e você poderá passar um dia todo sem ouví-la reclamar do seu computador.

Enfim, acho um saco ficar desejando feliz dia das mães, mas beleza. Feliz dia das mães para as suas respectivas mães. Finjam que são sociáveis e deem ao menos um abraço na velha.

#FF: música e cinema

Opa, hoje é sexta-feira. Ou você vai fazer coisas legais, ou não vai fazer porra nenhuma. Pra você que não vai fazer porra nenhuma, vou deixar a dica do que assistir e do que ouvir. Você que vai fazer coisas legais... Eu te odeio. HAHAHA. Mentira. Mas então vamos lá... Hoje vou começar pelo filme.

A indicação do filme da vez, é um filme que muitos já ouviram falar, mas algumas pessoas ainda não assistiram, creio eu. O nome do filme é "Closer" que no Brasil ficou "Closer - Perto demais". A estreia do filme foi no ano de 2004, portanto ainda é um filme recente, porém não deixa nada a desejar. O filme é todo focado em apenas quatro personagens, estes que são interpretados por Julia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen. Pelo elenco, já dá pra esperar uma coisa boa, né? Bom, eu não vou contar o que acontece no filme, infelizmente não sei fazer uma sinopse sem contar algum fato interessante do filme.Só digo que é um daqueles filmes que você espera uma coisa, mas acaba acontecendo outra, principalmente o final. O filme é, acima de tudo, fora de todo o clichê que já estamos acostumados. Termino de falar do filme, apenas com a referência feita  a ele, pela revista Time. "Finalmente uma história de amor madura."


Página do filme no IMDB aqui.
Closer - Perto Demais (Download)

Agora pegando um gancho do filme, a recomendação musical de hoje é Damien Rice, que ficou mundialmente conhecido justamente por ter a sua música "The Blower's Daughter" no filme Closer. Ele não tem muitas coisas lançadas, mas as poucas que tem são de uma extrema qualidade. De início, ele possuída uma banda chamada "Juniper" onde eu seu "nome artístico" era Dodi Ma. A banda, então, assinou um contrato com uma gravadora, mas Damien saiu da banda logo após o lançamento do segundo álbum, foi então que se juntou com alguns outros músicos e gravou o seu primeiro álbum como Damien Rice, de fato. Pra quem gosta de uma coisa mais calma, vale muito a pena conferir. Algo bem legal, é que o Damien Rice e a Lisa Hannigan (uma das pessoas com a qual ele se juntou, após sair da sua banda) tem uma versão de duas músicas brasileiras. E sim, eles cantam em português. As músicas são "Desafinado" e "Águas de Março", ambas as versões ficaram lindas, de verdade. Deixarei aí o vídeo com essas duas versões e em seguida, o link pra download do álbum "O" do Damien.


Damien Rice - O (Download)

Bom, é isso aí. Espero que vocês confiram, de fato, as duas dicas, e depois me falem o que acharam, pode ser? Se você já conhece, deixe seu comentário com sua opinião sobre ambos.

Apesar dos pesares, o fez.

Manhã de um sábado, acordava de um sonho profundo. Poeira aos olhos incentivavam-no a ficar mais tempo na cama que lhe parecia muito confortável, mas havia um sentimento forte que não o deixava mais descansar. Tirou lençol da cara, as luzes que entrecruzavam as persianas da janela, percorria de maneira veloz aos seus olhos. Doía. Rapidamente se levantou para ajeitar aquela situação, e o escuro invadiu-o novamente.
- Eu não queria que doesse tanto assim - pensava ao segurar uma foto de família que tinha em sua cômoda, nela havia uma família feliz comemorando um aniversário. Provavelmente era a sua e em seu aniversário quando criança.
Engoliu alguma coisa seca, que parecia doer. Deixou novamente o retrato na cômoda e acendeu o abajur que ficava na mesma, iluminando timidamente o quarto, como gostava.
Seu apartamento era pequeno, tinha poucos cômodos. Em um ficava sua cama com uma cômodas em cada lado, janelas grandes com cortinas floridas e tingidas de cores mortas, ao lado tinha um pequeno banheiro com utensílios necessários para existência do mesmo. Sua vida era bem humilde. Havia também uma cozinha pequena, com um fogão de 4 bocas, onde nenhum deles a chama conseguira acender e também havia uma pequena pia, ao lado da geladeira que mal abrigava coisas.
Ele se encaminhou para banheiro em passos lentos, acendeu a luz da mesma e olhou no espelho se perguntando:
- Olhos caídos. Olheiras, cara abatida. Aonde ela vê tanta beleza e otimismo ? Super bem sucedida em tudo que faz, sendo que eu somente arranjo bicos por ali, por aqui. Não tenho família, poucos amigos e a coisa mais importante na minha vida é ela. Apesar de tudo que me ocorre, ela sempre esteve por perto para ser meu porto seguro diante toda a tormenta que começa devastar minha vida, minha existência. Mas tem dias... - Jogou a água no rosto, para finalmente conseguir pensar com lucidez sobre o dia de hoje. Iria encontrar ela, sua pequena.
Se encaminhou para o banho gelado, que exauria de sua alma qualquer sono. Melhor que café ou energético, estava mais acordado do que nunca. Ao começar trajar suas roupas, continuava os pensamentos que o perturbava esporadicamente:
- E o que faço ? - pensava consigo mesmo - Tudo havia se passado tão rápido: minha infância, adolescência e agora já estou com 26 anos. Sem emprego fixo, com escolaridade básica e muito medo do que o mundo é capaz de fazer.
Nada se fazia flores, percebia. Acendeu seu primeiro cigarro do dia, seu vício que lhe servia com fuga de tanta angústia que guardava para si. Angústia que ele não compartilhava nem com sua pequena. Tragou algumas vezes, aliviando aquele peso sobre os ombros e então batera na ponta do cigarro para depositar as cinzas ali, em um cinzeiro metálico que ganhara de seu melhor amigo Alex. Percebia-se que a dor chamada saudade o invadia ali, ao olhar fixadamente o objeto metálico. Se espertou.
Notou que estava atrasado ao olhar no seu relógio, os ponteiros se encontravam e sua menina estava esperando ali perto de sua casa, então apagou cigarro e tratou de apressar os passos.
Descia as escadas e um pensamento súbito o invadiu, como uma chama que se alastra sobre a floresta, rapidamente a angústia o tomou conta. Apressara os passos e pensava:
- Porra! Nada nessa vida parece me fazer ter motivos para prosseguir respirando, andando, chorando... Vivendo. Estarei criando uma família que não posso sustentar ? Criar um filho em um mundo que a vida vale menos que o dinheiro ? - chegando até a soluçar.
Então via sua menina do outro lado da rua, abrindo o sorriso que o fez ser conquistado desde a primeira vez que os viram. Um sorriso que torna o mundo um lugar melhor pra viver, sem porque e nem pra que. Apenas o faz.
Mesmo assim angústia ainda lhe apertava e continuava pensando:
- E se por um momento, só um momento, eu tivesse uma paz - pensava nisso, ele atravessava a rua para encontrá-la -  que seria capaz de aliviar esta dor que eu sinto ? Talvez eu devesse... -  então ele olhou vagamente para onde vinha o som de um dos lados da pista.
Só se podia escutar barulho de freada de carro, sirene de ambulância e uma garota com uma dor imensurável. Havia somente dor derramada em forma de sangue, que tingia aquela bela tarde ensolarada de sábado.

Silêncio.

Então ele acordara suado. Era manhã de um sábado, das persianas da sua janela vinha uma luz que o atormentava esporadicamente nas manhãs. Tratou de acordar rapidamente. Apesar de seus olhos empoeirados, conseguiu ajeitar a cortina para não o perturbar com luz nesse momento do dia. Hoje iria ver o amor de sua vida e, apesar de tudo que ocorreu na sua vida, via naqueles olhos grandes de sua menina um belo motivo para ainda viver.
Vestiu-se, acendeu seu cigarro habitual, e avistava sua pequena com um sorriso magnífico no outro lado da rua. Olhou para os dois lados da pista, deixando o carro passar, e, então, se fez uma bela tarde naquele sábado.
Apesar dos pesares, o fez.

Escrito por @poserdadepre

Todo mundo tem um lado devassi dentro de si própri.

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK pqp

Conversa de botas batidas #1

X: Eu te amo.
Y: Não ama.
X: É claro que eu amo, não fale bobeira.
Y: Você quem está falando bobeira. Você nem sequer sabe o que é amar alguém.
X: É, de fato, eu não sei.
Y: Então...
X: Então eu digo e repito, eu te amo.
Y: Mas você acabou de dizer que não sabe o que é amar alguém, se decida!
X: Eu não preciso saber o que é amar alguém, pra amar você. Eu sinto, isso basta.

WTF is love?

Minha concepção sobre o amor baseia-se na ideia de que ele é como uma simples obra de arte abstrata.
Já pararam para observar uma obra abstrata? A situação é sempre a mesma, cada pessoa a vê e a interpreta de uma forma diferente. Quer ver? Olha só.
Orientalisches - Wassily Kandinsky

Quando você olhar, pela primeira vez, para esse quadro, você vai enxergar uma coisa e entendê-lo de uma forma. Se você voltar a observá-lo alguns minutos, horas, dias, semanas ou até anos depois, você vai exergar e entender uma outra coisa. Isso acontece porque a sua concepção sobre as coisas mudam constantemente, a sua situação de humor, de espírito mudam também. Um fato importante também é que, o autor da obra, quando a fez, fez com um propósito, de certo passou a sua "emoção" que estava vivendo no momento, se fosse fazê-la em um dia diferente, certamente  sairia de uma forma diferente também e a única pessoa que sabe, realmente, o significado de cada traço, é o próprio autor, ninguém nunca irá saber, como ele sabe. O amor, é assim. O amor é criado pelas pessoas que o sentem, e cada um o sente de uma forma diferente. As pessoas de fora, interpretam de diversas formas, mas só quem o sente, sabe de fato, como ele realmente é e o que significa. O amor não é esse sentimento idealizado pela maioria das pessoas, como um sentimento lindo, onde tudo é lindo, que não é egoísta, que não faz sofrer. O amor que é vivido pelas pessoas, reflete o que essas pessoas são. E agora a questão... O amor existe? Se estivermos falando do sentimento aqui citado, sim. Esse amor pode estar entre duas pessoas, entre uma pessoa e o seu animal de estimação, entre uma pessoa e a sua banda preferida, ou objeto preferido. Cada um sabe o amor que tem, o amor que sente e que vive. Agora, se estivermos falando do amor idealizado, a resposta é... Não, o amor não existe.
Lembrando que, levando em consideração a minha própria concepção sobre o amor, pode ser que ela mude com o tempo, amanhã posso não achar mais nada disso. Ou não. Tudo depende, não é mesmo?

Motivos para odiar o domingo.


Domingo, do latim "Domingão do Faustão".
Pois é, hoje é domingo... Que grande merda, não? Quem nunca sentiu um desespero batendo quando a musiquinha no "Fantástico" começa a tocar? Você logo pensa "pqp fodeu, agora é sério, o domingo tá pra acabar, amanhã começa tudo de novo...". Até hoje não conheci ninguém que gostasse de domingo, nem mesmo pessoas que não fazem nada durante toda a semana, gostam de domingo. Acho que elas pegam a vibe das pessoas que não gostam porque trabalham ou estudam na segunda-feira. Se você, por algum milagre divino, gosta de domingos, vou dar alguns motivos pra você passar a odiar.
Domingo, pra muitas pessoas, é o dia da ressaca. Você passou o sábado todo fazendo alguma coisa legal, de madrugada foi pra balada, pegou todos (as), bebeu todas e no domingo acorda com aquela dor de cabeça ferrada, vomitando e aí então solta a frase "Nunca mais vou beber". Aham, valeu.
Pra outras, é aquele dia que você acorda tarde, porque passou a madrugada do sábado pro domingo... Na internet. Afinal, não é todo dia que se pode virar a noite toda na internet, né? Tem que aproveitar mesmo, amg.
Em ambos os casos, você acorda e aí lembra "Droga, hoje é domingo." Dia de não poder sair de noite pra chegar tarde em casa, dia de não ficar a noite toda na internet. Ninguém quer sair porque o domingo, por si só, já é desanimador e todo mundo quer ficar em casa, descansando. Aí ok... Você liga a tv. AÍ QUE MORA O PERIGO, sabe por quê? Porque no domingo não passa nada de bom na tv. Quer dizer... Domingo já um dia extremamente chato e ninguém nunca faz nada para, pelo menos, melhorá-lo. É tipo um ciclo vicioso, sabe? Domingo é ruim porque você reclama, mas você reclama porque o domingo é ruim. Sacou? Não, né? Ah, dane-se. Você não gosta de domingo e sabe o que eu estou falando, mesmo não entendendo (?)
Pedi aos meus followers para me mandarem motivos para odiar o domingo, as respostas foram essas que seguem:
@cstenico: não tem nada de bom passando na tv
@PedroOfCydonia: 1-tédio da porra 2- véspera de 2ª 3- preguiça 4- ninguém quer sair. +1 - igreja +2 - tudo fechado +3 - todo mundo indo na casa da família +4 - dia morto +5 - ter que dormir cedo
@EliseuMoreno: dia de visita não agendada dos parentes
@Joseload:  Estou pensando, mas hj é domingo e estou sem coragem até de pensar. :P
@poserdadepre: domingo = programação ruim, estabelecimento de lojas estão fechados, todos com preguiça, dia fica morto
Obrigada pela colaboração, seus lindo. E um bom domingo pra todo mundo... OH, WAIT.